04/02/2010

Que coisinha linda!



Apelo

Por favor, descubram a cura do cancro, antes que me cresção as maminhas!

Para ti mãe querida a mais pura flor!

02/02/2010

Morreu mais uma grande senhora. Paz à sua alma.


Escritora e actriz faleceu esta terça-feira
A escritora e actriz Rosa Lobato de Faria morreu esta terça-feira em Lisboa, aos 77 anos, num hospital de Lisboa, onde se encontrava internada, anunciou a família.

O corpo vai estar quarta-feira de manhã na Igreja de Santa Isabel, perto do Largo do Rato, em Lisboa, onde decorrerá uma missa pelas 15h.Posteriormente será cremada.

Nascida em Lisboa em Abril de 1932, cedo escreveu poemas, mas o seu primeiro romance - «O Pranto de Lucifer» - só foi publicado aos 63 anos.

Rosa Lobato Faria esteve várias décadas ligada à televisão, desde que se estreou na RTP como locutora nos anos 1960, tendo integrado como actriz várias telenovelas e séries televisivas.

Como actriz participou, por exemplo, nas novelas «Vila Faia», «Origens» e «Ninguém como tu» e entrou em séries de comédia como «Humor de perdição» e «A minha sogra é uma bruxa».

Várias foram já as reacções ao seu desaparecimento. Mário Zambujal, que era seu amigo de longa data, disse à agência Lusa que estava «chocado» com o seu desaparecimento, enaltecendo as suas qualidades: ««Rosita era uma mulher de talentos fenomenais».

Rosa Lobato Faria também passou pelo cinema, tendo entrado recentemente nos filmes «Tráfico» (1998) e «A Mulher Que Acreditava Ser Presidente dos Estados Unidos da América (2003)», ambos de João Botelho. Lobato Faria escreveu ainda dezenas de letras para canções, muitas delas para festivais da canção.

21/01/2010

Cuidado com compras de medicamentos atraves da internet.

Medicamentos: Ordem dos Médicos desaconselha compras online

O bastonário da Ordem dos Médicos criticou hoje as pessoas que compram medicamentos através da Internet, considerando-as «pouco inteligentes», e alertou para a possibilidade de ocorrência de mortes, caso a tendência se generalize.

«Quem o faz demonstra ser pouco inteligente porque, numa matéria em que é preciso grande preocupação e vigilância, comprar medicamentos na Internet não é poupar uns trocos a custo de poder morrer, é prova de uma enorme estupidez», frisou Pedro Nunes, à margem das Jornadas sobre Ética na Investigação Clínica, que estão a decorrer em Lisboa.

A compra de medicamentos online e os riscos associados a esta prática é o tema de uma conferência de imprensa que irá decorrer hoje, na qual o Infarmed - autoridade que regula o sector dos medicamentos - irá divulgar a primeira sondagem realizada em Portugal sobre o número de portugueses que adquirem remédios na Internet.

Diário Digital / Lusa